E pra esse começo não doer tanto, não assustar tanto, não me fazer desistir antes mesmo de começar, vou fazê-lo simples, mínimo e objetivo.
Não vai ser uma apresentação, mas a ausência dela.
Vai ser como com aquele estranho com quem a a gente se sente tão à vontade, tão próximo, de repente tão íntimo, que parece que faz anos que se conhece.
Desculpa, mas eu realmente não gosto de começos, nem de finais; nem de cumprimentos, nem de abraços de adeus e de seja feliz; nem de parabéns, nem de meus pêsames; nem de "como andam as coisas?", nem de "vamos combinar algo um dia desses".
Quem dera na vida as coisas fossem razoavelmente mais diretas, mais francas, mais honestas...
Não vai ser uma apresentação, mas a ausência dela.
Vai ser como com aquele estranho com quem a a gente se sente tão à vontade, tão próximo, de repente tão íntimo, que parece que faz anos que se conhece.
Desculpa, mas eu realmente não gosto de começos, nem de finais; nem de cumprimentos, nem de abraços de adeus e de seja feliz; nem de parabéns, nem de meus pêsames; nem de "como andam as coisas?", nem de "vamos combinar algo um dia desses".
Quem dera na vida as coisas fossem razoavelmente mais diretas, mais francas, mais honestas...
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Este começo tem um pouco do anseio por mudanças que me preenche hoje e que faz determinante parte da minha natureza.
Porque embora eu seja Mudança, nem sempre consigo fazer jus ao meu nome.
E embora eu pense, reflita, fale e escreva lições de vida, uma coisa é o que eu digo e outra é o que eu faço.
Mas não se duvide de que, em qualquer desses casos, estarei sendo estupidamente sincera.
Inclusive e especialmente aqui.
Então, entre e fique à vontade... Mi casa = Su Casa.